rio 2016

Na Rio 2016, Poliana chegou a sua terceira Olimpíada. Aos 33 anos, uma oportunidade de realizar seu sonho e fazer história pelo Brasil. Pela frente, as melhores atletas do mundo reunidas na praia de Copacabana em busca das primeiras posições na linha de chegada após 10 quilômetros de prova.

Em uma prova disputada, Poliana conseguiu se manter entre as primeiras e não perder por muito o pelotão da frente. Ao final, conquistou o bronze, uma medalha esperada por 20 anos, desde seu início na natação profissional.

“A sensação é incrível. É concretizar um sonho muito antigo. É difícil descrever o que senti naquele momento. Tudo que você se dedicou, deixou na piscina em tantos anos, uma vida dedicada ao esporte, é muito bom olhar para trás e ver que tudo valeu a pena com aquela medalha no peito”, explica.

A medalha de Poliana veio em sua terceira olímpíada, aos 33 anos. Em Pequim/2008, terminou a prova na sétima posição. Já em Londres/2012, um quadro de hipotermia tirou a brasileira da prova, guardando a consagração olímpica para quatro anos depois, em casa.

Além de uma realização pessoal e profissional, o feito foi ainda maior porque marcou a primeira medalha conquistada por uma mulher brasileira na natação na história dos Jogos Olímpicos. “Entrar para a história dos esportes aquáticos femininos do Brasil é muito bom, ser a primeira mulher a conquistar essa medalha. Espero que sirva para mostrar para mostrar para todas as meninas que é possível”.

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